Impressoras 3D podem acabar com testes em animais

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Os periódicos já anunciaram: os testes em animais devem estar com dias contados! Tudo graças a uma startup norte-americana, a BioBots e suas impressoras 3D.

A inovação tem como finalidade substituir os bichos, usados em testes de produtos, por tecidos vivos em miniatura que serão impressos na tecnologia 3D (já usados na medicina).

COMO FUNCIONA

O processo de impressão 3D de tecidos e órgãos se chama biofabricação e os testes realizados apresentam resultados positivos.

Nessa nova técnica, usa-se uma tinta especial que, combinada com a impressora 3D, consegue construir biomateriais e células vivas.

Inclusive, é possível extrair células de um paciente específico e imprimir tecidos 3D para aquele indivíduo, testando já seus efeitos de contraindicação, caso o paciente sofra de alguma doença.

A VERDADEIRA INOVAÇÃO

A tecnologia de biofabricação não é novidade para os pesquisadores da área da saúde, o que a startup de biotecnologia realmente inovou foi na própria impressora.

As impressoras 3D tradicionais, além de serem grandes, são extremamente caras (chegando a R$1,5 milhão), mas com a pesquisa da BioBots foi desenvolvida uma versão acessível às empresas (cerca de R$5 mil).

TESTES NO BRASIL

O Brasil ainda não proibiu a venda de cosméticos e produtos que são testados em animais, há em trâmite no Senado Federal uma lei que proíbe o uso efetivo de animais durante esses testes.

Assim como na União Europeia, que em 2013 proibiu que animais participassem de testes, assim como qualquer produto que tenha sido testado em animais seja vendido em seu território.

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